Você é o máximo!?

A não ser que você se chame Máximo, pode ter certeza de que você não é o máximo, até porque ninguém é. Há pessoas que se olham no espelho diariamente e dizem isso para si mesmas. Tornam-se auto-suficientes – não precisam de ninguém – e posicionam-se como fortalezas inabaláveis. De repente vem uma demissão. Aí começam a negar a dificuldade para si mesmas, a se auto-iludir, a querer manter na marra uma idéia de que são espetaculares e à prova de qualquer problema humano. Ninguém é insubstituível, ninguém é bom em todas as circunstâncias, ninguém é perfeito. Qualquer atitude de arrogância e auto-suficiência só pode levar a decisões e comportamentos contraproducentes.

Por outro lado, pedir ajuda é sempre grandeza e sabedoria. Vivemos em comunidades de interdependentes e pedir é um meio de solidificar relações, de valorizar o outro e de comprometer-se a ajudar também, quando necessário. Os outros percebem logo que você está no jogo e passam a passar a bola. Vale a pena.

José Antonio Rosa – @redator do INPG BLOG

“Você é o máximo!?” faz parte de uma das 343 dicas do livro Você sabe Jogar Pongue? do autor José Antonio Rosa

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