TRYvertising ou Experimentaganda

Estranho, não é?

Este é outro novo conceito que aterrisou no Brasil neste segundo semestre de 2010.

Através de uma loja que acaba se transformando num centro nervoso de experiências, diversas marcas como Nestlé, Kraft, Avon e Sadia são oferecidas gratuitamente para experimentação pelos consumidores.

Seguindo a mesma linha, Hypermarcas, Seara, Unilever e Danone aderiram a este modelo de sampling inovador e já se associaram à Sample Central Brasileira. A procura é tão grande que já há 20 empresas aguardando para terem seus produtos experimentados e avaliados.

A primeira franquia da rede internacional já tem 16 mil pessoas cadastradas para experimentar 220 produtos que estão nas prateleiras da loja. Os produtos vão desde carro até sabão em pó. Mas a lista é enorme: café, lasanha, desodorantes, cosméticos, camisinha, adoçante, sopa, biscoito e muito mais.

A granda sacada é a possibilidade para as empresas testarem seus produtos de forma rápida e eficiente, imediatamente após o consumo. Assim, eles conseguem saber exatamente se o cliente gostou ou não, seu perfil, etc.

“Sem falar no ganho de eficiência. Com 500 amostras você consegue dar o alinhamento ao produto, coisa que de forma convencional demandaria até um milhão de produtos ainda sem a certeza de que a pessoa experimentou o produto”- afirma a empresa.

Com assertividade na resposta, o caminho também serve para conquista de novos mercados. “Setenta e seis por cento das pessoas que participam vão ao varejo e compram os produtos que experimentaram”, afirma Antony James, fundador e presidente Global da Sample Central. “O consumidor pode dar a sua opinião a partir de uma experiência igual a de compra”, aponta João Pedro Borges, Gerente-Geral da Sample Central Brasil. “Teremos aqui uma visão real de experiência de compra e de consumo”, diz Celso Loducca, um dos sócio da franquia brasileira. “Um dos focos principais é saber o quanto o produto gera interesse”, completa Nelson Marangoni , CEO do IBOPE Inteligência.

Por fim, pode-se ainda testar as ações e materiais do ponto-de-venda. “Qualquer agência e qualquer marca pode desenvolver e avaliar aqui materiais de merchandising, embalagem e abordagem, pois simulamos um varejo também”, ressalta Fernando Figueiredo, Presidente da Bullet, outra empresa sócia da Sample Central Brasil, animado com o projeto. “O estoque está abarrotado de produtos e já tem até fila de espera”, ressalta.

Através de ações de Marketing Digital e Viral a Sample Central Brasil espera conquistar “clientes” que pagam uma anuidade de R$ 15,00 para ter acesso aos produtos. De saída, cerca de três mil pessoas que já agendaram sua visita à loja, antes mesmo da sua inauguração, com diversos perfis demográficos e psicográficos e num universo que representa mais de 70% do poder de consumo do Brasil.

Alessandro Saade – @redator do INPG BLOG

Este post foi publicad0 no MARKETING & NEGÓCIOS em 29/9/2010

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